Diário Virtual

terça-feira, 28 de junho de 2011

E o tal do amor?


De longe eu posso avistar aquilo
que o coração não pode enxergar;
Eu não sei tudo,
todos os dias aprendo algo novo,
e quanto mais se passam os dias,
mais eu percebo que nada eu sei;
Só o que sei é sobre o que sinto,
ou talvez não...
Existem coisas que deixamos
para a razão nos explicar,
mas a mesma nada nos diz sobre o amor;
Como é?
Onde começa?
E, porquê termina?
Imagino que o tal do amor não deveria causar dor;
Eu pensava que ele era eterno,
mas compreendi que quando se morre,
tudo acaba;
Descobri que somos seres capazes de amar
todos os dias, e que o amor não pode
ser compreendido de forma abstrata,
pois é real;
Eu me supero a cada instante, quando o
assunto é o amor;
Eu não sei se já amei, ou se vou amar um dia,
mas compreendi que para se amar,
basta apenas se entregar...
Deixar o coração falar...
Permitir a ternura de um olhar...
O amor é meio louco,
nem sempre é coerente...
Mas é real!
Nem todos vão poder entendê-lo,
mas todos irão senti-lo um dia;

Daniela Gomes de Almeida

A sabedoria da vida


Não compreendo ao certo a finalidade da vida,
apenas sei que ela passa rápida diante dos olhos
e não traz consigo a permissão de voltar atrás;
Eu não entendo o que vem de tão faceiro, mas
percebo que a vida traz consigo um mistério,
algo incrivelmente espetacular que é a arte de
viver...
Cada fase nos reserva uma surpresa...
Cada dia nos transcreve uma lição...
Cada instante nos faz crer que há algo além
de tudo isso;
A vida é como a mágica, sabemos que acontece,
mas não conseguimos dizer como;
Cada ano passado é um aprendizado, penso que
um dia todos alcançam a sabedoria pelos dias
vividos;

Daniela Gomes de Almeida

sábado, 11 de junho de 2011

Versos


Nas entrelinhas desses versos
o meu coração percorre uma busca
incansável de ver;
Um sentimento profano e insano
atormentam o meu ser
o meu maior desejo é te ter;
O certo e o errado caminham juntos,
uma confusão de sentimentos
invadem minha mente;
A razão perde o lugar para a emoção,
não sou mais o mesmo,
meus sentimentos também não!
Em minhas poesias você
sempre estará presente,
a vida só é vida se eu o tiver por perto;
Meus versos tão singelos
percorrem caminhos que sempre me
levam à você;

Daniela Gomes de Almeida


sábado, 4 de junho de 2011

Ausência




Perdi você...
Mesmo sem querer sempre te encontro;
Nas esquinas que passo sempre uma recordação;
Eu não sei o que é o amor, mas vou permitir que ele me encontre um dia;
A dor da sua ausência me tem causado nostalgia...
Perdi você...
Estivemos juntos em todas as estações do ano;
Na primavera você foi à essência das flores nos meus dias;
Eu não vou procurar o amor, que assim seja: que ele me procure;
No verão você foi o calor do sol a me aquecer;
A saudade cresce forte dentro do peito a cada dia que se passa;
No outono você foi à brisa suave que soprou meu viver;
Perdi, perdi você...
No inverno você foi à lenha que mantinha a fogueira do meu coração acesa;
Momentos e lembranças que ficarão para sempre em minha memória...
Eu pela primeira vez senti que fui capaz de ser tocado por alguém, e esse alguém foi você;
Te perdi, não com tristeza, mas com a beleza de quem perde uma corrida;
Eu não sei dizer que te amei, talvez eu nunca soube, mas eu sei que o que eu vivi e senti por você foi real;
Você despertou em mim um nobre sentimento...
Meu coração sangra ao pensar em não mais te ter ao meu lado, não foi uma escolha fácil, mas foi a mais coerente;
Perdi você...

Daniela Gomes de Almeida