Diário Virtual

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Saudades

E quando derrepente bate uma saudade...
Da terna amizade extraída do peito...
Do sorriso meio que sem jeito...
Daquele abraço bem apertado...
Uma saudade...
Dos sermões amorosos e delicados...
De todo o tempo gasto...
Das conversas sem nada demais...
Ah que saudades...
Saudade de te ouvir dizendo que me ama...
Das exortações com clareza...
De toda a caminhada...
E, quando vem essa saudade...
Olho para as lembranças de um tempo que foi real...
De algo sobrenatural...
Do carinho e do afeto que existiram um dia;
Me apego nessas lembranças e elas me fazem reviver...
Me fazem crer que embora longe é possível existir e crer que vale a pena estar aqui...
Todas essas lembranças me recordam de que o sentido da vida está ao olhar para a cruz...
Essa saudade nasce aqui dentro meio que sem jeito, aperta o peito, mas me deixa feliz...
Creio que no momento certo, um dia você entenderá que foi o mais correto...
Com imensa saudade me lembrarei de você (sempre)!

Daniela Gomes de Almeida


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